IFAL esclarece que preso na Operação Face Oculta não faz parte do quadro de professores
Por Redação
O Instituto Federal de Alagoas (IFAL) divulgou uma nota oficial esclarecendo que o homem preso durante a Operação Face Oculta não integra o quadro de docentes da instituição. Segundo o instituto, o investigado atua como funcionário terceirizado da empresa Alerta Serviços e não possui vínculo direto como professor da unidade.
A operação foi deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas, por meio da Delegacia de Crimes Contra a Criança e ao Adolescente (DCCAA), para investigar suspeitos de estupro de vulnerável e crimes relacionados ao armazenamento, produção e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão em Maceió.
De acordo com a delegada Maíra Balbi, a investigação teve início após denúncias e resultou na apreensão de materiais que podem auxiliar na apuração dos crimes. Já a delegada Talita Aquino informou que duas vítimas foram identificadas: uma adolescente que, segundo a investigação, era abusada há cerca de três anos por um professor de música, e uma criança de dois anos, supostamente vítima do funcionário terceirizado do IFAL, que também é investigado por maus-tratos contra animais.
Em nota, o IFAL reforçou que o suspeito não exercia função de professor e reafirmou seu compromisso com a integridade e a transparência no serviço público. O investigado permanece preso e à disposição da Justiça, enquanto as investigações prosseguem para o esclarecimento dos fatos.
