MPAL apura possível falha da Uncisal na reserva de vagas para pessoas com deficiência
POR REDAÇÃO
O Ministério Público de Alagoas (MPAL) instaurou um procedimento administrativo para verificar uma possível irregularidade da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) na oferta de vagas destinadas a pessoas com deficiência em processos seletivos.
A medida foi adotada pela 25ª Promotoria de Justiça da Capital e publicada no Diário Oficial do Ministério Público nesta quinta-feira (23). O objetivo é acompanhar se a instituição de ensino está cumprindo as normas de inclusão e garantindo o acesso de candidatos com deficiência.
A portaria não detalha quais seleções serão analisadas nem informa se algum candidato teria sido prejudicado pela suposta ausência da reserva de vagas. Durante o procedimento, o MPAL poderá solicitar documentos, esclarecimentos e realizar diligências junto à universidade.
O procedimento será conduzido pelo promotor de Justiça designado Jorge José Tavares Dória. Segundo o Ministério Público, a medida tem caráter administrativo de fiscalização e acompanhamento, não significando, neste momento, a abertura de investigação contra uma pessoa específica.
