6 de março de 2026

Profissionais de saúde municipais são capacitados sobre prática do aconselhamento em amamentação

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Ruana Padilha / Ascom Sesau

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e o Ministério da Saúde (MS) promoveram, nesta terça-feira (18), a Oficina de Aconselhamento em Amamentação. A ação visa formar multiplicadores para a prática do aconselhamento em amamentação e ocorreu no auditório da Maternidade Escola Santa Mônica (Mesm), no bairro Poço, em Maceió.

Ao longo do treinamento, profissionais de saúde que atuam na Atenção Primária à Saúde, tutores da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil e técnicos que exercem atividades em Bancos de Leite Humano acompanharam técnicas de pega do seio. Eles também foram orientados sobre o posicionamento do bebê, manejo e dificuldades na lactação, além de estratégias de apoio às mães nos diferentes níveis de atenção à saúde.

A assessora técnica da Supervisão de Cuidados a Mulher, Criança, Adolescente e Rede Alyne (Sumca), Adrielly Raimundo, destacou que, capacitar os profissionais, contribui para que o atendimento seja cada vez mais qualificado e acolhedor, sobretudo em momentos que exigem sensibilidade e informação segura. 

“É uma honra estar promovendo essa oficina junto ao Ministério da Saúde para prover a melhora dos índices de aleitamento materno no nosso Estado”, disse.

A oficina foi conduzida pela pelas técnicas da área da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Regina Braghetto, e a nutricionista pediatra Janaína Japiassu. Elas explicaram que a oficina propõe um novo olhar no modo de comunicação para que os profissionais possam trabalhar com as mães e com as famílias com uma abordagem mais humanizada, acolhedora e sem julgamento.

“Temos o objetivo de preparar os profissionais de saúde na comunicação, na abordagem com as famílias sobre o aleitamento materno. Se você conversar com as pessoas em qualquer lugar, todas irão saber dizer as vantagens do aleitamento, mas ainda nos deparamos com um grande número de desmame, principalmente, de forma precoce, o que coloca em risco a vida e saúde das crianças. Por isso, entendemos que a comunicação trabalhada de forma efetiva é necessária para entender as mães, suas limitações e como ajudá-las dentro dos seus contextos”, orientou a pediatra Regina Braghetto.

Marco Antônio / Ascom Sesau

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