Defesa de Collor afirma que desligamento da tornozeleira foi acidente
Ppr Redação / Foto: Divulgação
A defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello informou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que o desligamento de sua tornozeleira eletrônica ocorreu de forma involuntária. O equipamento ficou fora de funcionamento por cerca de 36 horas, um dia após ter sido instalado.
Os advogados afirmam que não houve descumprimento intencional das regras da prisão domiciliar, concedida por motivos de saúde. Segundo a defesa, o problema foi resultado de informações equivocadas repassadas ao ex-presidente.
Collor cumpre pena de 8 anos e 10 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, ligada à Operação Lava Jato. Ele presidiu o Brasil de 1989 até 1992, quando sofreu impeachment.
A prisão domiciliar, autorizada pelo STF, exige o uso da tornozeleira, cumprimento de medidas cautelares e restrição de visitas, permitidas apenas a advogados, familiares, médicos e pessoas autorizadas. A Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas monitora sua rotina e envia relatórios semanais ao tribunal.
