6 de março de 2026

Alagoas registra mais de 10 mil inscritos no Concurso Nacional Unificado; maioria é de mulheres

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O concurso reúne participantes de 4.951 municípios em todos os estados e oferece 3.652 vagas em 32 órgãos e entidades do serviço público federal - Foto: Freepik

POR RAFAELA TENÓRIO

O estado de Alagoas confirmou 10.511 inscrições na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), de acordo com dados divulgados pelo Governo Federal. A maioria dos inscritos é formada por mulheres, que representam 59% do total, com 6.206 candidatas. Os homens somam 4.302 inscrições, enquanto três pessoas não informaram o gênero no ato da inscrição.

Em todo o país, o número de candidatos já ultrapassa 761 mil, abrangendo participantes de quase cinco mil municípios. O certame oferece 3.652 vagas em 32 instituições públicas federais. As oportunidades estão distribuídas entre cargos de nível superior (3.144 vagas) e nível intermediário (508 vagas).

No estado, o bloco de áreas com maior procura foi o de Regulação, com 2.572 inscrições. Em seguida aparecem Administração (2.487), Seguridade Social (2.162), Cultura e Educação (927), Justiça e Defesa (673), Engenharia e Arquitetura (585), Saúde – nível intermediário (383), Desenvolvimento Socioeconômico (374) e Ciências, Dados e Tecnologia (348).

No panorama nacional, a Região Sudeste concentra o maior número de inscritos, com mais de 247 mil pessoas. O Nordeste vem em segundo lugar, com 229.436 candidatos, seguido pelas regiões Centro-Oeste (150.870), Norte (84.651) e Sul (48.733). Nacionalmente, o bloco de Regulação também lidera a preferência dos candidatos, com 177.598 inscritos, seguido por Administração e Seguridade Social.

O concurso adota medidas para promover a inclusão e a equidade de gênero. O edital estabelece, por exemplo, que se houver desequilíbrio entre homens e mulheres aprovados na primeira etapa, pelo menos metade das vagas na fase seguinte será destinada a candidatas. Além disso, há previsão de condições específicas para gestantes e lactantes, além de cotas para grupos historicamente excluídos: 25% das vagas são reservadas para pessoas negras, 5% para pessoas com deficiência, 3% para indígenas e 2% para pessoas quilombolas.